Quinta-feira, 17 de Abril de 2014
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Povos Indígenas

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MAIONGONG
São do grupo linguístico Karib, na Venezuela são conhecidos como Maquiritare e Yekuana. Habitam a Serra do Parima e seu território estende-se até o rio Orinoco, na Venezuela, num local de difícil acesso por ser cortado de montanhas e rios encachoeirados. Do lado brasileiro, até 1992, esse povo somava-se 266 indivíduos semi-aculturados (AMBTEC: 1994). A floresta tropical lhes fornece a subsistência, embora já possuam e dependem de muitos artigos da sociedade nacional. Muitos deles já dominam a língua portuguesa, foi freqüente a vinda de professores Maiongong estudar no curso Magistério Parcelado Indígena, um programa do Governo do Estado que objetivava a qualificação e formação de professores indígenas.

WAPIXANA
Os Wapixana são do grupo linguístico Aruak. No passado, com a chegada dos Karibs, e em especial dos Makuxi, tiveram que defender seu território bravamente, todavia, após várias guerras com os Makuxi, foram derrotados, empurrados para outras áreas da região e, os submetidos tiveram que assumir vários traços culturais dos Makuxi (CIDR:1989). Outrora foi considerada a mais numerosa entre os grupos indígenas na área rio branquense. Eram denominados também de Wapissiana, Wapiana, Uabixana e Wapityan. Em Roraima, os Wapixana ocupam atualmente três regiões distintas: Surumú, Taiano (Amajarí), e Serra da Lua. Dados sobre a população Wapixana continuam imprecisos até os dias de hoje, mas se calcula uma população aproximada de 3.500 indivíduos (AMBTEC: 1994). Essa etnia cedo se relacionou com os não-índios, devido ao seu caráter pacífico, trabalhando para eles nas fazendas de criação de gado, como remadores e em casa de famílias.
Por pressões de colonizadores no século XIX, muitos índios Wapixana se recolheram para a região da Guiana Inglesa. Guerras com os Makuxi, aldeamentos e migração forçada em decorrência de alianças com as potências coloniais, serviram para empurrar os Wapixana de um lugar para outro, entre os rios Rupununi (Guiana) e Branco (Roraima). Esta situação foi imperativa para descaracterizar a cultura tradicional desse povo. Hoje, a cultura Wapixana é uma mistura de traços da cultura Makuxi com a dos não índios.
Habitantes exclusivos das savanas, atualmente, encontram-se espalhados entre os rios Rupununi e Branco. Em decorrência da proximidade das malocas com a cidade de Boa Vista, induziu muitos Wapixana se deslocarem para a cidade, onde se dedicam a diferentes trabalhos, como funcionários públicos, autônomos e domésticos. A cidade oferece, principalmente, aos jovens uma atividade remunerada, também uma forma de superar desavenças com os pais, por motivo de influência dos valores e costumes dos não índios, não mais resolvido, como antigamente, através de rituais. Já os índios da Guiana/Rupunini conseguiram preservar mais os traços tradicionais da própria cultura.

TAUREPANG
Grupo étnico de língua Karib, no Brasil, são denominados Taurepang, e na Venezuela, Pemon. Antigamente, se denominavam Arecuna. Nos anos trinta, partes dos Taurepang deslocaram-se da Venezuela para a Guiana, seguindo missionários adventistas expulsos pelo governo daquele país. Nesta época, os que viviam no lado brasileiro, mudaram para a Venezuela por encontrarem lá condições melhores de vida. Nos anos cinqüenta, partes desses índios retornam da Guiana e fixaram-se no Brasil. Hoje se localizam no Alto Surumú e nos limites da Venezuela, onde fundaram três malocas: Boca da Mata, Sorocaima e Bananal (CIDR: 1989). Sua população, no lado brasileiro, chega a aproximadamente 300 indivíduos (FREITAS: 1996). Nessas malocas, os Taurepang convivem com os Makuxi e Wapixana. Na maloca da Boca da Mata, por exemplo, a presença dessas duas etnias quebrou o sistema de poder dos Taurepang e os tuxauas3 se alternam entre essas três etnias.
Diferentemente, dos Taurepang da Venezuela, os índios que vivem no Brasil adaptaram-se à vida na mata, plantam roças e, a produção excedente é comercializada no município de Pacaraima, na Venezuela e, ás vezes, em Boa Vista.

WAI-WAI
Pertencendo ao tronco linguístico karib, ocupam, atualmente, uma área geográfica compreendida pelos rios Anauá, Mapuera e Cafuína, parte de um meio-ambiente complexo e diversificado em relação à fauna e à flora. Habitam na fronteira do Brasil com a República Cooperativa da Guiana, ao Sul do estado de Roraima, precisamente ao norte do município de Caroebe. Além do dialeto de origem falam o inglês e o português
As primeiras notícias sobre os Wai Wai foram trazidas por R. H. Schomburgk, em 1841, que os encontrou ao sul da serra do Acaraí. Anos depois, H. Coudreau, na mesma localidade diz ter encontrado entre 3.000 a 4.000 índios, o que parece muito exagerado, se comparado aos 150 habitantes vistos por Schomburgk. Em 1937, Terry-Holden afirma que os Wai Wai estavam se mudando para o Brasil para as cabeceiras do rio Mapuera.
Contrariando as informações quanto à população dessa etnia (Bittencourt: 1997) estima sua população em 500 pessoas Para identificar se uma pessoa pertence a etnia Wai Wai é complexo, uma vez que as aldeias são compostas por diversas tribos assimiladas com o decorrer dos anos, onde falavam antigamente línguas diferentes e se distinguiam por certos costumes e adornos e cada aldeia possuía o seu líder (tuxaua).
Os Wai Wai passaram a ter contato efetivo com o mundo dos brancos, quando missionários da Unevangelized Feilds Mission tiveram, no início da década de cinqüenta, autorização para catequizá-los. A partir de 1971, impedidos de permanecerem na República Cooperativa da Guiana, os missionários se transferiram para o Brasil, e, com eles, vieram líderes religiosos Wai Wai de grande reputação, a ponto de atrair a maioria deles para o Brasil, sobretudo para as regiões do Caxmi e Mapuera.
O artesanato Wai Wai é rico em desenhos geométricos, iconografias e corantes naturais, que destaca a fauna da região, a fibra de arumã, o fio de algodão e as sementes, sua principal matéria prima. A presença da plumagem nas peças traduz um traço cultural dessa etnia, porém o uso está sendo controlado nas peças para comercialização, em função da importância da preservação da fauna da região. Atualmente a produção dos artefatos – em sua maioria adornos – está voltada especialmente para a venda nos centros de Boa Vista-RR e Manaus-AM. Essas peças apropriam-se de uma roupagem – nova aparência – atendendo ao padrão capitalista através da indústria do turismo sem perder sua qualidade em beleza.

INGARICÓ
Povo de ramo lingüístico Karib, a denominação Ingarikó é de origem Makuxi, que quer dizer “Gente da mata espessa”, por viverem isolados na região da "mata serrana", mantendo relações mais regularmente com seus semelhantes que, em maior número, vivem na Guiana, do outro lado da fronteira. Aliás, o isolamento tem sido a característica deste povo, embora mantenham contato intermitente com brancos nos tempos atuais. Esse povo autodenomina-se Kapon, raramente Ingarikó, diferenciando-se dos Pemon. Vivem, atualmente, no limite Norte do estado de Roraima, nas serras limítrofes do Brasil com a Guiana e a Venezuela, precisamente no município de Uiramutã dentro do Parque Nacional “Monte Roraima”. Esta comunidade é constituída por 07 (sete) malocas, que são denominadas de: Serra do Sol, Mapaé, Awendei, Sauparú, Kumaipá, Pipi e Manalai, com uma população entre crianças e adultos de 884 pessoas. Vivem da caça e da pesca e de uma agricultura de subsistência; como bebida utilizam o caxiri 4 nas manifestações festivas.
Suas residências, distribue-se pelas margens encachoeiradas do rio Cotingo. Na medida em que avança para a Serra do Sol, onde está a maior comunidade Ingarikó, em direção ao Monte Roraima, vai-se distanciando a relação deles com a sociedade nacional. Ainda mantêm fama entre seus vizinhos de serem perigosos, fazendo uso da entidade "kanaimé" 5- para amedrontar os “parentes”.
Os Ingarikó praticam uma religião sincrética chamada areruia. O culto é conduzido por um sacerdote, chamado por eles de "pastor". O areruia cobre uma parte considerável das atividades diárias dos Ingarikó. Uma pequena excursão, por exemplo, é precedida por uma prece dessa religião sincrética. Assim o é também, quando da partida de um visitante ou outras atividades corriqueiras. Mas não são todos os habilitados para a incumbência de ser pastor, o que o torna uma personalidade rara e respeitada. No desempenho de sua função, caminha de uma aldeia a outra, chegando a atravessar a fronteira Brasil/Guiana para prestar serviços religiosos entre os Kapon do outro lado. É ele quem estimula também a construção de templos – Igreja -, casas que não se diferenciam daquelas que os índios habitam, a não ser um lugar reservado aos cultos. O governo guianense reconhece o areruia. Há também uma bebida de alto teor alcólico produzida a partir da mandioca, batata doce ou do milho. Prepara-se ralando a mandioca misturando as batatas e coloca numa panela com água para cozinhar, mexendo sempre até ficar consistente como mingau, côa-se em peneira fina e coloca-se numa cabaça o líquido. Usa-se a bebida após dois dias. Consumida por todos os grupos indígenas de Roraima. O espírito opressor e violento, parte da mitologia dos índios do nordeste de Roraima como uma religião dos Kapon e dos demais grupos indígenas habitantes da região do rio Mazarune e cercanias.
É também da mata que os Ingarikó retiram toda matéria-prima necessária para confeccionar o seu artesanato. Esses índios são conhecidos pelas suas cestarias feitas de cipó titica e fibra de arumã. Seu artesanato é muito bonito, de grande procura por turistas brasileiros e estrangeiros.

YANOMAMI
A área indígena Yanomami, com extensão de 9.664.975 hectares (3.370 quilômetros, homologados em 22/05/1992) estar localizada nos estados do Amazonas, nos municípios de Santa Isabel e do Rio Negro, e de Roraima, nos municípios de Alto Alegre, Mucajaí, Iracema, Amajari e Caracaraí. Também, se estende para o lado venezuelano, ocupando grande parte do Maciço das Guianas. Em Roraima, esta reserva é cortada pelos rios Catrimani, Uraricoera, Mucajaí, Água Boa do Univini, Auarís, Parima e Couto de Magalhães, os maiores da região.
No lado brasileiro, segundo estimativa do Anuário Estatístico do Brasil 1999, a população Yanomami pode chegar a quase 6.706 indivíduos, considerando, todavia, que este cálculo é aproximado, uma vez que não se procedeu, até o momento, um censo rigoroso na área em questão, em decorrência da dificuldade de acesso à área e da mobilidade característica a esse povo. Toda a população Yanomami do lado brasileiro, espalha-se por mais de 130 malocas, e a maior concentração dela está na Serra do Parima.
Os Yanomami se comunicam através de quatro línguas: Yanomami, Yanomam, Ninan e Yanan, das quais cada uma possui ainda vários dialetos. Um diversificado sistema de alianças, - guerras e intercasamentos -, estão ligados ao seu habitat, onde determinam a manutenção dos sistemas social, econômico, mítico e religioso.
Os Yanomami mantiveram-se isolados do contato com a sociedade nacional até a década de setenta. De lá para cá, em decorrência de atividades institucionais, tanto do exército, como do Ministério da Saúde, ou ainda através de missionários e pesquisadores, e sobretudo em conseqüência da garimpagem ilegal em suas terras, os Yanomami, ou uma boa parte deles, têm sido submetidos a várias formas de contato, cuja conseqüência causa danos à sua cultura. Por constituírem o maior grupo, parcialmente, isolado do convívio social, alguns grupos mostram-se ariscos. Quanto à religião praticam ainda a tradicional – respeito pela natureza e entidades míticas.

WAIMIRI-ATROARI
Grupo lingüístico da família karib, habitantes das regiões Sul do Estado de Roraima e Norte do Amazonas, numa área demarcada com superfície de 2.585.911, distribuídos em 14 aldeias. Nos primeiros contatos com os não índios, nas atuais cidades de Moura e Airão, eram conhecidos como Crichaná. Até a década de 60, esse grupo viveu praticamente isolado mantendo raros contatos com caçadores, pescadores e extrativistas, caracterizados como os primeiros invasores de suas terras. No final dessa década iniciaram-se, por parte da FUNAI, os trabalhos da “Frente de Atração e Contato” dos Waimiri-Atroari intensificando o contato com a sociedade nacional, provocando conseqüências dramáticas para os Wamiri-Atroari, que foram envolvidos em choques armados e acometidos com surtos epidêmicos que quase os devastaram. Na tentativa de consumar o contato para possibilitar a construção da BR 174, uma equipe comandada pelo padre Giovane Calleri foi massacrada pelos Waimiri-Atroari, em 1968. A rodovia BR 174, é parte de três grandes empreendimentos executados na área Waimiri-Atroari. Outros dois são: a instalação do Projeto Pitinga (grupo Paranapanema), com atividade de extração de cassiterita, e a construção da hidrelétrica de Balbina (concluída em 1987).
Em conseqüência do contato forçado, originou a implantação do Programa Waimiri-Atroari, em 1988, de caráter assistencial com atendimento médico, controle de doenças, escolas com professores indígenas, proteção ambiental, apoio à produção, documentação e memória, lhes permitiu uma melhor condição de vida, reorganizando sua sociedade, fortalecendo sua cultura.

MACUXI
Os Macuxi são originários da bacia do Orinoco. Migrando em pequenas levas – ocasionada pelas guerras intertribais, depois pelo enfrentamento com os espanhóis-, atingiram o rio Branco. Do conflito entre índios e europeus, dá-se à expulsão dos karibenhos dessa região para outras áreas, resultando na chegada de novos povos indígenas ao território do rio Branco: Ingaricó, Maiongong (yekuana), Taurepang, Wai-Wai, Waimiri-Atroari (CIDR:1989)8. Os Makuxi, considerados “hostis”, na medida em que desciam da bacia do Orinoco, iam expulsando e matando povos, para fixar-se na região, entre os quais os Wapixana, Purucotó, Sapára e Paravilhana, destes, os últimos, não dizimados foram absorvidos. Nesse movimento migratório os Taurepang acompanham os Macuxi, guerreando lado a lado, fortalecendo assim o grupo, posteriormente, separa-se deles e se firma como povo. Na medida em que uma nova cultura era absorvida, iam acumulando novos traços culturais, desencadeando processos aculturativos, dando nova face ao ethos tribal.
Introdução de novos hábitos e valores afetaram não só os Macuxi, mas todas populações indígenas de Roraima. Poucas décadas passadas, os Macuxi praticavam o cristianismo à sua maneira, tendo inclusive surgido uma religião sincrética cristã-indígena, que se difundiu entre outros grupos tribais da família lingüística karib, dando origem ao que ficou conhecido como "Areruia", atualmente, sabe-se que esses povos são praticantes de dois tipos de religião: Católica e a Evangélica, enquanto que a prática de pajelança e cura somente é realizada pelos índios católicos.
Do mesmo modo, também a maneira como enterram seus mortos, em nada se assemelha ao sepultamento em urnas de barro do passado. Embora nunca tenham sido feitos estudos comprobatórios das muitas estórias, elas são exemplos de que estes índios praticavam o enterro secundário, desenterrando primeiro os ossos dos mortos, para colocá-los em seguida em urnas de barro, depositando-os, posteriormente, em locais de pedra nas regiões das serras e do Parimé. Hoje, os Macuxi por terem absorvidos da cultura dos não índios, sepultam seus mortos à maneira dos regionais, em cemitérios nas próprias aldeias ou nas vilas adjacentes, cumprindo o calendário católico: visita de sétimo dia; dia de finados etc.
Sobre a presença de xamãs entre eles, quando Diniz os visitou em meados dos anos sessenta, a figura do piaçã era ainda muito presente. O piaçã era o xamã ou pajé dos Macuxi, participava tanto das atividades religiosas (sobrenaturais) como profanas (médicas). Sua tarefa era a de mediador entre as atividades sobrenaturais e os crentes, além de ser o guardião do conhecimento mágico-religioso do grupo tribal, curador de feitiço (quando possuído do Kanaimé), e ainda médico. São raros, na atualidade, aqueles que recorrem ao pajé. Sua função está praticamente extinta entre os índios evangélicos, e pouco freqüente entre aqueles católicos.
Nos dias atuais, os Macuxi vêm adotando o padrão familiar formado por casal e filhos, residindo em moradas unifamiliar, praticando a monogamia, comportamento este, adquirido dos não índios. Porém, alguns continuam praticando a uxorilocalidade6 temporária , basta que o genro seja laborioso pois deverá prestar serviços ao sogro. Esta prática, é um dos elementos culturais que tem resistido à influência da sociedade envolvente. O jovem casado, quando na casa do sogro, deve mostrar o quanto é trabalhador, seja cuidando das roças, do gado ou ainda revelando habilidades no trato com a parentela.
Em relação ao modelo residencial, que no passado eram circulares foi substituído pelo tipo de formação das casas regionais: retangulares, cobertas com folhas de buritizeiro, chão batido e paredes de barro seco. Tudo indica que essa tipologia residencial é resultado da influência de agentes externos, sobretudo religiosos. Quando o genro muda-se para a casa do sogro, Diniz: (1972), nas malocas onde a aculturação está mais avançada, as casas são abastecidas com água encanada e eletricidade. Muitas delas, vêm sendo construída em alvenaria, sendo os tijolos fabricados no próprio lugar. No geral, são esses os locais em que as casas são "arruadas" e divididas em quadras, aproximando-se muito do padrão urbano de moradia, por exemplo a Maloca da Raposa (Sucupira:1997). Aliás, a necessidade de oferecer um aspecto urbano às moradas indígenas, enaltece muitos de seus administradores, na maioria das vezes, ciosos de educar os índios em novas modalidades culturais.
O artesanato Macuxi desenvolvido pelas índias da Maloca da Raposa é todo voltado para a produção de panelas de barros, objetivando sua comercialização. O barro é retirado de grandes pedras, que possuem uma argila úmida por dentro, que são encontrados nas serras próximas à comunidade. Vale ressaltar que as pessoas envolvidas nessa atividade fazem parte do Clube de Mães. através dessa instituição recebem do governo local, treinamentos, quanto ao aprimoramento das peças a serem vendidas das peças, inclusive estão ensinando essa arte às índias mais jovens.
Na comunidade de Vista Alegre, o artesanato desenvolvido, segue uma linha de cestarias e adornos confeccionados com a fibra de buriti, tingida com corantes naturais, que enriquecem ainda mais o trabalho desenvolvido.