GOVERNO DO ESTADO DE RORAIMA

Postado em: Governo de Roraima - 16/06/2017 às 18:54
  • INCENTIVO À PRODUÇÃO
    Repórter: SECOM/RR | Edição: ALBANI MENDONÇA | Foto: EIDES ANTONELLI


    A governadora Suely Campos recebeu o vice-presidente de Agronegócio do Banco do Brasil, Tarcísio Hubner, na manhã desta sexta-feira

     

     

     

     

     

    A governadora Suely Campos recebeu, na manhã desta sexta-feira, 16, no Palácio Senador Hélio Campos, o vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Tarcísio Hubner, para definir parcerias para incrementar a atividade rural através do crédito. Também participaram da reunião o superintendente do Banco do Brasil em Roraima, Álvaro Fertig, o gerente-geral, Mário Alcântara, além dos secretários estaduais da Agricultura, Gilzimar Barbosa e seu adjunto, Wolney Costa; da Fazenda, Ronaldo Marcílio, e o presidente da Desenvolve Roraima, Weberson Reis. 

     

    Durante a reunião, foi assinado um Termo de Cooperação Técnica entre o governo e o banco, para garantir financiamento com recursos do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) para os produtores que estão recebendo o título definitivo de suas terras.

     

    Conforme a governadora Suely Campos, o governo e o Banco do Brasil vão trabalhar em conjunto para facilitar o acesso desses produtores ao crédito. “No momento em que o produtor receber o título, a Secretaria de Agricultura vai disponibilizar técnicos para a elaboração dos projetos que serão apresentados ao Banco do Brasil”, explicou.

     

    Segundo Tarsício Hubner, o Banco do Brasil tem recursos para atender toda a demanda do setor rural do Estado. Ele acredita que a partir de agora, o financiamento vai ser ampliado, uma vez que o título definitivo é a principal garantia para a concessão do crédito.  

     

    Do volume de crédito emprestado pelo Banco do Brasil no Estado, 65% são para a agricultura familiar. “Essas pessoas são as que mais tinham dificuldades de acessar crédito, porque não tinham um título ou estavam com uma posse que não é regular. Com a titulação da terra, temos uma etapa extremamente importante para a inserção do agricultor familiar e para o desenvolvimento da atividade”, disse. 

     

    Ele explicou que o agronegócio é a atividade econômica que mais cresce no país e em Roraima, razão pela qual o Banco do Brasil tem focado seus investimentos nesse segmento, embora também tenha uma carteira significativa para pessoa física, profissionais liberais, servidores públicos, além de micro, pequenas, médias e grandes empresas.

     

    “Percebemos que em Roraima, o agronegócio tem um grande potencial para avançar. Então, viemos reafirmar com a governadora o compromisso de atuarmos em conjunto no sentido de ampliarmos nossas carteiras de créditos”, explicou.

     

    Hoje, o Banco do Brasil tem R$ 321 milhões investidos no setor rural roraimense, sendo que mais da metade desse valor, R$ R$ 218 milhões, é na agricultura familiar. 

     

    Esse montante cresceu 61% na gestão da governadora Suely Campos, resultado da política de desenvolvimento do setor rural, implementada desde 2015. Em 2014, o Banco do Brasil tinha investimentos de R$ 191 milhões no Estado. Hoje são de R$ 321 milhões.

     

    “Nós reestruturamos as Casas do Produtor Rural, com equipamentos, internet e veículos, para melhorar a prestação do serviço de assistência técnica. Estamos recuperando pontes e vicinais para garantir o escoamento da produção. Implantamos uma política de atração de investidores e de incentivos fiscais através da Lei 215. Além disso, resolvemos a questão fundiária e, no mês passado, iniciamos a entrega dos títulos definitivos, garantindo a segurança jurídica das terras. Agora, com essa parceria com o Banco do Brasil, vamos facilitar o acesso ao crédito, para que nossos produtores possam aumentar suas lavouras, seus rebanhos, gerando mais emprego e renda”, destacou Suely Campos.

     

    O superintendente do Banco do Brasil em Roraima, Álvaro Fertig, que assinou o Acordo de Cooperação Técnica com a governadora, ressaltou que a expansão do Banco do Brasil vai ao encontro dessas estratégias de desenvolvimento do Estado. “Identificamos no agronegócio uma vocação natural que a cada dia está tomando mais corpo. Isso pode ser visto na produção forte da pecuária, piscicultura, e dos grãos É nesse contexto que estamos trabalhando, olhando todo o mercado, com a expectativa de que as indústrias vão chegar, a partir de um agronegócio mais pujante”, disse.