GOVERNO DO ESTADO DE RORAIMA

Postado em: Governo de Roraima - 16/07/2017 às 13:37
  • RORAIMA E AMAZONAS
    Repórter: DINA VIEIRA | Edição: ALBANI MENDONÇA | Foto: NETO FIGUEIREDO


    O trabalho começa no dia 24 de julho

     

     

     

     

     

     

     

    A Aderr (Agência de Defesa Agropecuária de Roraima) firmou uma parceria com a Adaf (Agência de Defesa Agroflorestal do Amazonas), a fim de que as duas agências atuem na fiscalização fitossanitária na barreira instalada na vila Jundiá, município de Rorainópolis. O trabalho conjunto terá início no dia 24 de julho.

     

    As equipes, com 30 membros cada, passarão por treinamento dado por agentes da PRF (Polícia Rodoviária Federal), da Receita Federal e do Mapa (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento).

     

    De acordo com o diretor de Defesa Vegetal da Aderr, Luís Cláudio Estrella, os técnicos trabalharão com a finalidade de dificultar o trânsito de cargas contaminadas. “As cargas só podem ser transportadas se possuírem a permissão de trânsito vegetal, que só é dada para produtores que possuem o certificado fitossanitário de origem, comprovando que a produção está livre de pragas”, informou.

     

    Roraima aguarda a publicação da Instrução Normativa do Mapa, liberando a exportação de mais de 30 tipos de frutos, que atualmente estão proibidos de ser exportados.

     

    “Essa Instrução conterá uma série de exigências, uma delas, que já temos conhecimento, é que as Unidades Produtoras sejam cadastradas e tenham seu responsável técnico. Sabemos também da rede de monitoramento. Ainda não tivemos acesso a outros detalhes e aguardamos a publicação do texto”, explicou Estrella.

     

    FRONTEIRA – Recentemente, o Ministério das Relações Exteriores firmou um acordo de cooperação com a Guiana, para que o país volte a atuar no combate à Mosca da Carambola na fronteira com o Brasil.

     

    “Tínhamos um grande problema quanto a isso, pois, mesmo que atuássemos de forma rígida no combate à praga, ela acabava entrando no país pela fronteira, mas, com esse acordo firmado, poderemos ter mais tranquilidade nesse trabalho fitossanitário”, concluiu o diretor.